Agosto foi o melhor mês do bitcoin em 2026. Dados da CoinGecko mostram que o ativo subiu cerca de 24%, elevando-o da faixa dos US$60.000 para ultrapassar brevemente os US$80.000 antes de recuar. Com o início de setembro, o rali aproveitado pelos traders de mesa produziu três sinais de alerta que valem a pena acompanhar: os saldos em corretoras, a demanda no mercado à vista e os fluxos de ETFs mudaram de direção. Os sinais importam porque o momento mudou no final do mês. Segundo a CoinGecko, o BTC está cotado a US$77.780, caindo 0,42% em 24 horas e subindo 0,90% nos últimos 7 dias. O valor de mercado total das criptomoedas está em US$2,61 trilhões, com volume de US$66,1 bilhões em
De acordo com a CoinGecko, a oferta em circulação é de 20,08 milhões em relação ao mesmo total; todo o float está em circulação, portanto a questão da oferta depende de onde as moedas estão alocadas, e não de quantas existem.
Sinal | Direção | Leitura Saldos em corretoras | Em alta | Moedas posicionadas para venda Demanda spot | Esfriando | Compradores recuando das máximas Fluxos de ETFs | Virando | Canal institucional enfraquecendo
O que o calendário de setembro pode definir
O mercado tem dois pontos de referência para avaliar. Dados da mesa de negociação mostram que o primeiro é o nível de US$80.000 que o bitcoin atingiu, mas não sustentou; ele agora marca a resistência que qualquer novo movimento precisa superar. O segundo é o fechamento mensal, que consolidou o ganho de 24% e estabeleceu a base para as primeiras sessões de setembro.
O desfecho dessa situação depende de uma questão: se os três sinais indicam
Uma sustentação clara acima desse nível mantém intacta a tendência de agosto; um rompimento para baixo testaria se a alta de 24% tinha realmente sustentação.