A queixa, apresentada esta semana, centra-se numa listagem fraudulenta de carteira que apareceu na App Store ao lado de aplicações legítimas. Os queixosos baixaram o que acreditavam ser a Sparrow Wallet de código aberto, apenas para descobrir que as suas moedas foram transferidas para carteiras controladas pelos desenvolvedores desconhecidos. A Apple não respondeu imediatamente a um pedido de comentário. Documentos judiciais mostram que as três vítimas descobriram o aplicativo falso após pesquisar por "Sparrow" na App Store. A listagem imitava o ícone e a descrição da carteira real, mas substituía os endereços de recebimento dos desenvolvedores nos bastidores. Os queixosos estão a processar com base nos estatutos de proteção ao consumidor da Califórnia e na lei de negligência, argumentando que o processo de revisão da Apple cria uma falsa sensação de segurança que não cumpre. Nem todos estão convencidos de que o caso prospera. Advogados da defesa que acompanham o processo observam que os tribunais têm sido historicamente relutantes em tratar operadores de lojas de aplicativos como garantidores de listagens de terceiros. O escudo da Seção 230 do Communications Decency Act, embora sob ataque persistente no Congresso, tem protegido plataformas em contextos intermediários semelhantes.
A Apple quase certamente apresentará uma moção de arquivamento com base nesses fundamentos. • Se surgirão vítimas adicionais para ampliar a classe de autores, o que aumentaria a exposição financeira • Quaisquer comentários paralelos da SEC ou FTC sobre a responsabilidade da loja de aplicativos por perdas de ativos digitais